Profª Márcia Pinheiro
segunda-feira, 14 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
supermercado e, como passaríamos o dia todo, meu pai me pediu que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
BREVE HISTÓRICO DE CUIABÁ
Profª Ms Márcia A. S. Pinheiro
Cuiabá, foi fundada em 1719, pelo bandeirante sorocabano Pascoal Moreira Cabral, após a descoberta do ouro em seu território, como forma de garantir o direto desta descoberta a Capitania de São Paulo. Acolheu gente de todos os cantos do país, do norte ao sul e do leste ao oeste. E por aqui também passaram espanhóis e portugueses.
Em 1818 foi elevada a condição de cidade por carta régia assinada por D. João VI, e em 1836 com a Lei nº19, assinada por Antônio Pedro de Alencastro, se tornou capital da então província de Mato Grosso, fato decisivo na configuração e fixação de suas características urbanas, a construção de edifícios públicos diversificou e enriqueceu os repertórios arquitetônicos, tornando o desenho urbano nítido
O processo de urbanização, iniciado no final dos anos 30 do século XX, intensificou-se na década de 60, “quando Cuiabá passou à condição de polo de apoio à ocupação da Amazônia meridional brasileira, sendo chamada de “Portal da Amazônia”. A população aumentou consideravelmente, ocorrendo a conurbação com o município vizinho de Várzea Grande”
Junto com o crescimento populacional e a transformação espacial da cidade, Cuiabá também teve de administrar os problemas de infraestruturas, sociais, econômicos e a diversidade cultural por conta dos novos habitantes vindos de outros Estados brasileiros.
Entre 1970 e 1980 o município cresce muito, a população passou de 83 mil para 212.929 mil habitantes, o agronegócio se expandiu fortemente pelo estado e a partir daí a cidade passa a se modernizar e a se industrializar. Depois de 1990, a taxa de crescimento populacional diminui e o turismo começou a ser visto como fonte de renda. Hoje, além das funções político-administrativas, Cuiabá é o pólo industrial, comercial e de serviços do Estado.
Com 551.098 habitantes (IBGE, 2010), e uma taxa de crescimento populacional de 1,32% a., o município convive hoje com o trânsito tumultuado, a violência crescente, a falta de infraestrutura e serviços urbanos e a desigualdade social.
BIBLIOGRAFIA
Cuiabá, P. d. (2007). Perfil Socioeconomico de Cuiabá - Instituto de Planejamento urbano - IPDU (Vol. III). Cuiabá: Central de texto.
Siqueira, E. M. (2002). História de Mato Grosso da Ancestralidade aos Dias Atuais. Cuiabá, MT: Entrelinhas.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Regra Máxima da Convivência Humana
lei, quase nunca teremos preocupações. De fato, tal lei, sendo seguida, nos
ensejará um número sem conta de amigos e constante felicidade. Mas, assim que a
violarmos, teremos logo de enfrentar uma série infinda de transtornos. A lei é
a seguinte: Fazer sempre a outra pessoa sentir-se importante.
John Dewey, afirma que o
desejo de ser importante é a mais profunda solicitação da natureza humana; e
William James assevera que: "0 mais profundo princípio na natureza humana
é o desejo de ser apreciado".
É a solicitação que nos
diferencia dos animais, é a solicitação responsável pela própria civilização.
Filósofos têm andado
pesquisando sobre as regras das relações humanas por milhares de anos e, de
toda essa pesquisa, apenas se desenvolveu um único preceito, o qual não é novo,
é velho como a História. Zoroastro o ensinou aos seus adoradores do fogo, na
Pérsia, três mil anos atrás. Confúcio pregou-o na China há vinte e quatro
séculos. Lao-Tsé, o fundador do Taoísmo, ensinou-o aos seus discípulos no Vale
do Han. Buda pregou-o no Ganges Sagrado quinhentos anos antes de Cristo.
Os livros sagrados do
Hinduísmo ensinaram-no mil anos antes. Jesus ensinou-o entre as montanhas de
pedra da Judéia há dezenove séculos passados. Jesus resumiu-o em um pensamento
- provavelmente o mais importante preceito no mundo: "Faça aos outros o
que quer que os outros lhe façam".
Você deseja a aprovação
de todos aqueles com quem está em contato. Quer o reconhecimento do seu real valor. Quer sentir-se importante no seu
pequeno mundo. Não quer ouvir lisonjas insinceras e baratas, mas deseja uma
sincera apreciação. Quer que os seus amigos e associados sejam, como disse
Charles Schwab, "sinceros nas suas apreciações e pródigos nos seus
elogios". Todos nós queremos isto.
Obedeçamos, portanto,
à Regra de Ouro e demos aos outros o que queremos que os outros nos deem. Como?
Quando? Onde? A resposta é: todas as vezes, em toda parte.
Texto adaptado do livro: Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie